Quando fazia pós-graduação – Tecnologias Aplicadas à Educação – fui bastante discriminada por ser professora do Ensino Fundamental, da zona rural, principalmente pelos professores. Alguns doutores, alguns mestrados.
Recordo-me que ao fazer a pesquisa para a monografia, com o título – A importância do mimeógrafo nas escolas, na era da tecnologia – fui olhada por todos como uma pessoa utópica.
Teve professores que se recusaram a serem meus orientadores por acharem o tema chulo e fora de época. Ledo engano de todos.
No decorrer da pesquisa pude comprovar que sua utilização é muito grande em escolas urbanas e rurais,pela facilidade de manuseá-lo e também por falta de inclusão digital.
Certa vez, alguém me disse que a tecnologia chegará às escolas rurais com um atraso de 40 anos e os aparatos tecnológicos que chegarem já estará ultrapassado.