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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

OS CACHORROS DA RODOVIÁRIA DE MORRETES

Quando vou lecionar na Escola do Canhembora, localizada no Povoado do Candonga, tenho que passar pela rodoviária para embarcar no ônibus que me levará ao trabalho. Venho observando que a rodoviária da minha cidade possui vários cachorros. A população e os turistas já estão acostumados com estes “moradores” e aprenderam a conviver com estes sofridos animais. Nesta semana chegou uma nova cadela, de porte grande, de cor amarela e grávida.

sábado, 18 de junho de 2011

FILHOTE NA ESCOLA

Aline foi minha aluna no prezinho e agora está na 3ª série e mora bem pertinho da Escola do Canhembora. Nesta semana ela estava passando pelo pátio da escola com um filhotinho nas mãos. Chamei-a para dentro da sala e meus aluninhos ficaram maravilhados com a fofura do animalzinho. Foi uma euforia adoidada. Todos queriam pegá-lo, começaram a empurrar o outro, tive até que intervir para que cada um pegasse um pouquinho. Foi muito bom esta visita, pois pude reforçar o quanto é importante cuidar dos animais. 


quarta-feira, 15 de junho de 2011

ACABOU A RAÇÃO


Lembra quando eu escrevi sobre O CACHORRO DA VIZINHA, no mês de Maio? Pois é, num determinado momento eu mencionei que não queria acreditar que a vizinha tinha prendido o cachorrinho. Só que eu estava certa!
No decorrer destes dias, exatamente um mês, os alunos, depois da oração da manhã, me “lembravam” que deveríamos colocar a ração. 

A CACHORRA DA VIZINHA

 Escrevi este relato no dia 15 de Maio de 2011, talvez por falta de tempo, não coloquei no blog, mas coloco hoje.
Ao voltarmos do longo feriado de Páscoa, percebi que a cachorrinha da vizinha da escola estava mais magra do que antes.
Tenho percebido que todos os cachorros que passam por aquele quintal, dificilmente sobrevivem, acredito que seja por falta de alimentação. Quase todos vão definhando aos poucos, pegam sarna, emagrecem e num dia qualquer não levantam mais. 

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O CÃO NADADOR

No término da aula algumas mães vem buscar seus filhos. Dentre elas, uma vem de bicicleta acompanhada por um cachorro de porte médio, bem pretinho.
Quando ambos chegam à ponte, o cachorro para, coloca-se em posição de alerta, cheira o ar e não acompanha sua dona. Ele volta correndo num desespero incomum, embrenha no matinho que tem na orla do rio, pula na água e atravessa a nado, sem se importar com a forte correnteza que o arrasta. Depois que sai da água, dá uma sacolejada e vai ao encontro de sua dona e o filho.
Depois das despedidas, novamente o cachorro acompanha-os, chega até a ponte, observa os dois atravessando, entra em desespero e sai em disparada para a beirada do rio, pula na água e nada novamente na correnteza até poder alcançar sua dona do outro lado do rio. A cada reencontro, uma festa louca com rosnados e balançar do rabo.
Ao vê-lo atravessar o rio, pude observar o seu grande esforço com apenas sua cabecinha para fora e refleti o quanto o cão é fiel ao seu dono.
O que levou este cachorro a ter tanto medo de ponte a ponto de correr o risco de se afogar no rio para chegar perto de seus donos?  O que será que causou o trauma?
Meus alunos e eu ficamos extremamentes admirados com o jeito do cachorro. Só lamento minha câmera não ser potente para filmar com mais precisão. 
Negão o cachorro nadador